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  • Foto do escritorDiocese de Cruz das Almas

Fogo simbólico: Cerimônia na Matriz de Cachoeira abre comemorações pelo 2 de julho




A Santa Missa em Memória aos Heróis da Independência celebrada na manhã desta quinta-feira (30), na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, em Cachoeira, marcou oficialmente a abertura das comemorações da Independência da Bahia, onde a pira com o fogo simbólico do 2 de julho foi acesa.


Após a celebração presidida pelo Côn. Hélio Vilas-Boas e concelebrada pelo Pe. Adeilson Pugas, a chama foi conduzida pelo maratonista veterano Zé de Zuza, pela Prefeita da cidade, Eliana Gonzaga, pela vice-prefeita Ana Cristina e por atletas e atiradores do Tiro de Guerra que vão fazer o revezamento da tocha até chegar em Salvador, para o desfile no sábado.


A chama percorre os mesmos caminhos do Batalhão Patriótico até Pirajá em Salvador onde os baianos venceram os combates contra as tropas portuguesas em 2 de Julho de 1823. O percurso é de 100 km e, após sair de Cachoeira, passa pelas cidades de Saubara, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Candeias, Simões Filho, até chegar ao bairro de Pirajá, na capital baiana.


Bicentenário da Independência

A cerimônia do fogo simbólico começa em Cachoeira, porque a cidade foi o quartel das tropas que lutaram pela Independência na Bahia em 1823. Um ano antes, em 25 de junho de 1822, na então Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, portugueses e brasileiros enfrentaram-se em conflito que se estendeu até o dia 28 do mesmo mês. Foram três dias de confronto, marcando os primeiros passos para a Independência do Brasil na Bahia.


Ainda na manhã do dia 25 de junho de 1822, reunidos em sessão solene na Câmara Municipal, autoridades políticas aclamaram D. Pedro I “Príncipe Regente e Defensor Perpétuo do Brasil”, razão para a deflagração dos conflitos e animosidade de ambos os lados.


Este ano, celebra-se os 200 anos da Independência do Brasil. Na cidade de Cachoeira, as comemorações cívicas acontecerão no dia 25 de junho, data magna do município que possui o título de “Heroica Cidade da Cachoeira”, através do Decreto Imperial de 13 de março de 1837, em reconhecimento à sua participação nos movimentos separatistas ocorridos nas primeiras décadas do século XIX.


Texto: Mário Jorge

Fotos: ASCOM/PMC













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