Dom Antonio Tourinho Neto se fez presente, neste domingo (3), na Ordenação episcopal de Dom Dorival Barreto em Montes Claros-MG, nomeado pelo Papa Francisco como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Conterrâneos de Jequié, foram juntos para o Seminário Arquidiocesano de São José do Rio de Janeiro onde cursaram a Teologia.


Dom Dorival presidirá missa na Catedral de Santo Antônio em Jequié no dia 30 de janeiro, quando virá de retorno à Bahia para assumir, em fevereiro, seu ministério na Arquidiocese de São Salvador.

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Em celebração presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Antônio Tourinho Neto e concelebrada por seu fundador, Cônego Hélio Vilas-Boas, a Obra Mariana Sacerdotal (OMS) comemorou seus 25 anos de fundação. A Santa Missa aconteceu na Igreja de Santo Antônio, na Casa de Éfeso, em Capoeiruçu, Cachoeira-BA, com a presença das consagradas do Instituto.




Dom Antonio Tourinho evidenciou em sua homilia que os institutos seculares são verdadeiras bênçãos para a Igreja e prova concreta de que todas as vocações e estados de vida são sopros do Espírito Santo. Dom Tourinho ainda enfatizou que, “graças ao incentivo do Papa São Paulo VI, após o Concílio Vaticano II, foram redescobertos os institutos seculares e muitos outros têm surgidos ao longo da história da Igreja como instrumentos de consagração laical, tanto masculina quanto feminina.


Os leigos consagrados não fazem parte da vida religiosa consagrada da Igreja, continuam leigos e fazem questão de manter sua identidade. Porém, através de uma consagração especial, mulheres e homens solteiros ou viúvos, pedem à Igreja um

enriquecimento da consagração batismal.


Durante a celebração, diante do Bispo Diocesano, as consagradas renovaram seus votos e compromissos e receberam a insígnia do Instituto. Ao fim da celebração, o seminarista Adeilson Pugas, leu um resumo da história da Obra Mariana Sacerdotal escrito por seu Fundador.



OMS


A Obra Mariana Sacerdotal nasceu de uma experiência de oração do Padre Hélio Vilas-Boas, em um retiro na cidade de Fortaleza-CE, em 22 de janeiro de 1995. “Podemos afirmar que o início de nosso carisma se configurou como oração, suplicando a Jesus, como primeiro dever de nossa caridade fraterna, a santificação dos sacerdotes católicos”, afirmou o Cônego Hélio.


No ano de 1995 o Padre Hélio Vilas - Boas foi conversar com o Bispo Auxiliar Dom Tomás Guilherme Murphy sobre a sua intenção de fundar um instituto com o determinado carisma e o bondoso prelado imediatamente acolheu o projeto

conferindo a sua bênção.


A fundação da Obra, se deu em 27 de dezembro de 1995, em Capoeiruçu, Cachoeira-BA, na festa de São João Apóstolo, onde, após a Celebração Eucarística, foi lançada a pedra fundamental do Instituto, contendo as seguintes relíquias: Um sanguíneo usado na primeira missa que celebrei, evocando o carisma da Obra – o ministério sacerdotal; Um terço – objeto de estima da associada Adília Aquino Nascimento, evocando a Comunidade religiosa como obra de Maria; Página do Evangelho de João, capítulo 19 - Texto inspirador da fundação da Obra; Relíquia de Santa Terezinha do Menino Jesus, modelo de vida consagrada pela causa dos sacerdotes e missionários; Foto da paroquiana Maria José da Costa Magalhães, dedicada apóstola da causa dos sacerdotes na paróquia Nossa Senhora do Rosário, Cachoeira; Folhetos do convite e da celebração de fundação da Obra; Fita do Senhor do Bonfim, lembrando a devoção do Estado da Bahia ao Sumo e Eterno Sacerdote; Medalha de Nossa Senhora da Primeira Eucaristia de Noêmia Veríssima Lima, primeira associada e modelo de virtude e santidade.


Atualmente o Instituto conta com 35 consagradas que reúnem-se periodicamente para rezar com as fórmulas próprias da Obra pela santificação dos sacerdotes.


Por: Pascom Diocesana

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O Padre José Oliveira Santos recebeu neste sábado (26) o título honorífico de Monsenhor Capelão de Sua Santidade, conferido pelo Papa Francisco. A celebração gratulatória presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Antonio Tourinho Neto, aconteceu em Muritiba, e contou com a presença de Dom José Edson Santana Oliveira, Bispo da Diocese de Eunápolis e primo do Monsenhor José, de padres das (Arqui)Dioceses de Cruz das Almas, Salvador, Feira de Santana, Camaçari, Vitória da Conquista e Eunápolis, diáconos, religiosas, seminaristas e leigos.



A Celebração Eucarística teve início às 17 horas, na Igreja Matriz de São Pedro do Monte. Dom Antonio Tourinho acolheu a todos e agradeceu a Deus pelo sacerdócio do Monsenhor José. Na oportunidade, fez memória do processo de solicitação do título à Santa Sé, recordando o empenho do saudoso Monsenhor Walter Pinto Andrade, falecido em agosto desse ano, que elaborou o currículo do Monsenhor José enviado ao vaticano. Ainda no início da Celebração, Monsenhor José recebeu das mãos de Dom Antonio Tourinho o anel, símbolo do pacto de fidelidade com a Igreja, e o título de Monsenhor enviado pela Santa Sé. Os Monsenhores presentes foram convidados a participarem da entrega.


A homilia foi proferida pelo Monsenhor Luiz Rodrigues, da Arquidiocese de Feira de Santana, que fez memória dos 45 anos de sacerdócio do Monsenhor José, servindo ao povo de Muritiba. "São 45 anos no mesmo lugar, quantas gerações se passaram? Se a multidão a quem o Padre José serviu durante os 45 anos aqui em Muritiba, desde ordenado, pudesse participar desta celebração, com certeza, não caberia nos espaços desse templo e dessa praça. Mas se as vozes não podem falar por causa desse inominável Covid-19 as vozes falam na intensidade do coração", disse.


Logo após a Liturgia Eucarística, Monsenhor José acolheu mensagens em sua homenagem. Foram lidas correspondências congratulando-o pelo seu monsenhorato, dentre elas, dos Arcebispos Eméritos da Arquidiocese de São Salvador, Cardeal Geraldo Majella Agnelo e Dom Murilo Krieger. Em seguida, Monsenhor José também agradeceu a Dom Antonio Tourinho pelo esforço em favor do título, a Dom José Edson, seu primo, ao Monsenhor Luiz, pelos 50 anos de amizade, aos familiares, autoridades municipais e a todos os sacerdotes e leigos presentes. "Agradeço a todos de coração e estou aqui nas mãos de Deus e a disposição de todos vocês até o dia que Deus quiser", afirmou.

Ao concluir seus agradecimentos, o Monsenhor convidou o Padre Valmir, da Arquidiocese de Vitória da Conquista, para cantar a canção "Pela Graça de Deus".


"Pela graça de Deus temos um novo Monsenhor em nossa Diocese", disse Dom Antonio Tourinho, ao recordar que neste ano nos despedimos do Monsenhor José Neiva depois de ter servido a Santa Igreja no Recôncavo Baiano por tantos anos, com 103 anos de idade. "Pela graça de Deus, o Senhor nos favoreceu com um novo Monsenhor", disse.

O Bispo Diocesano explicou que a Igreja tem sido muito criteriosa para a concessão do título, observando minuciosamente os sacerdotes que podem ser elevados a tal dignidade e ressaltou dois principais pontos levados em consideração para a apresentação do Pe. José: "Trata-se de um sacerdote que sacrificou-se para evangelizar um território imenso, que hoje tem duas paróquias desmembradas. E trata-se de um sacerdócio que gerou outros sacerdotes através da sua vocação". E concluiu pedindo: "Como ordinário dessa Diocese, quero agradecer imensamente ao Padre José Oliveira, e quero pedir o esforço de todos para que a partir de hoje valorizemos esse título que foi conferido com muito critério, que nos esforcemos para assim chamá-lo, apesar da sua simplicidade e humildade, Monsenhor José".


Para concluir convidou os padres gerados no sacerdócio do Monsenhor para receberem a bênção: Pe. Josevaldo, Pe. Jurandir, Pe. Edilson, Pe. Roquinho.


Título de Monsenhor

O título de Monsenhor é habitualmente concedido pelo Papa como uma honra eclesiástica a sacerdotes da Igreja Católica pelos relevantes serviços prestados à comunidade cristã.


Monsenhor José Oliveira Santos


Nascido em 21 de fevereiro de 1947, em Miguel Calmon-BA. Filho de Luiz Gonzaga Santos e Adelina Oliveira Santos. Cursou o Seminário Menor na Diocese de Senhor do Bonfim-BA, cursou Filosofia e Teologia no Seminário Central da Bahia entre 1967 e 1974.


Foi ordenado Diácono na Paróquia da Lapinha, em Salvador, pelo Cardeal Brandão Vilela, em 1973. Foi ordenado Presbítero em Antas-BA, também pelo Cardeal Brandão Vilela, em 19 de janeiro de 1975.


De 1975 até 1980, foi Pároco de São Félix-BA, acumulando a função de Vigário paroquial em Muritiba nos anos 1979 e 1980. Com a morte do Mons. Pedro Ribeiro, em 1981, foi nomeado Pároco em Muritiba, assistindo a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Governador Mangabeira-BA.


Em 28 de agosto de 2010 foi desmembrada de sua Paróquia, a Paróquia São João Batista, em Cabaceiras do Paraguaçu-BA. Foi nomeado Cônego do cabido Metropolitano de Salvador em 18 de dezembro de 1997.


Com a criação da Diocese de Cruz das Almas, que cujo território fica a Paróquia de São Pedro do Monte, Muritiba, foi nomeado Cônego Benemérito do mesmo Cabido em 2018.


Por 45 anos, o Monsenhor José cuidou pastoralmente de uma área que corresponde a 412 km², onde se encontram 5 paróquias. Atualmente permanece Pároco de Muritiba.



Em respeito às medidas de prevenção contra a Covid-19, a Celebração foi restrita à participação de público, ainda assim, todas as comunidades da Paróquia estavam representadas. O Prefeito do Município, Danilo de Babão e a Primeira Dama também participaram da Solenidade. A Pascom Diocesana transmitiu a celebração pelo canal da Diocese de Cruz das Almas do Youtube. https://www.youtube.com/watch?v=rOGBF7Sd1Qk&t=6393s




Por: Pascom Diocesana

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