O Padre Jerônimo Santos celebra hoje (6), bodas de pérola de ordenação sacerdotal. A Missa Festiva em ação de graças pelos 30 anos de sacerdócio será realizada na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Governador Mangabeira.



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“Cristo é a estrela, mas também nós podemos e devemos ser a estrela, para os nossos irmãos e irmãs, como testemunhas dos tesouros de bondade e infinita misericórdia que o Redentor oferece gratuitamente a todos.”

No Angelus na Solenidade da Epifania, rezado na Biblioteca do Palácio Apostólico, o Papa invocou a proteção de Maria sobre a Igreja universal, “para que possa difundir no mundo inteiro o Evangelho de Cristo, luz de todos os povos.”

“A salvação operada por Cristo – começou explicando Francisco - não conhece fronteiras, é para todos. A Epifania não é outro mistério, é sempre o mesmo mistério da Natividade, mas visto na sua dimensão de luz: luz que ilumina cada pessoa, luz para ser acolhida na fé e luz para ser levada aos outros na caridade, no testemunho, no anúncio do Evangelho.”

Luz de Deus é mais poderosa que as trevas deste mundo


Falando da atualidade da visão do Profeta Isaías narrada na primeira leitura, o Santo Padre recorda que a luz dada por Deus a Jerusalém é destinada a iluminar o caminho de todos os povos. “Esta luz tem o poder de atrair todos, próximos e distantes, e todos se põem a caminho para a alcançar”:


É uma visão que abre o coração, que alarga o respiro, que convida à esperança. Certamente, as trevas estão presente e ameaçadoras na vida de cada pessoa e na história da humanidade, mas a luz de Deus é mais poderosa. Trata-se de a acolher acolher a fim de que possa resplandecer para todos. Onde está esta luz? O profeta vislumbrou-a de longe, mas já era suficiente para encher o coração de Jerusalém de uma alegria incontrolável.

Já a narrativa de Mateus, no Evangelho do dia, mostra que a luz “é o Menino de Belém, é Jesus, mesmo que sua realeza não seja aceita por todos. Alguns a rejeitam, como Herodes”. Por meio dele, “Deus realiza o seu reino de amor, seu reino de justiça e paz. Ele nasceu não só para alguns mas para todos os homens, para todos os povos,” sua luz "é para todos os povos, a salvação é para todos os povos.


A encarnação, "método" de Deus a ser seguido

O Papa então pergunta “como se difunde a luz de Cristo em todos os lugares e tempos”, explicando que "ela tem o seu método":

Não o faz por meio dos poderosos meios dos impérios deste mundo, que procuram sempre apoderar-se do domínio sobre ele. Não, a luz de Cristo se difunde pelo anúncio do Evangelho. O anúncio, a palavra, o testemunho. E com o mesmo “método” escolhido por Deus para vir no meio de nós: a encarnação, isto é, aproximar-se do outro, conhecendo-o, assumir a sua realidade e levar o testemunho de nossa fé, cada um. Somente assim a luz de Cristo, que é Amor, pode brilhar naqueles que a acolherem e atrair os outros. A luz de Cristo não se expande somente com as palavras, com falsos métodos empreendedores. Não, não. A fé, a palavra, o testemunho.

“Cristo é a estrela, mas também nós podemos e devemos ser a estrela, para os nossos irmãos e irmãs, como testemunhas dos tesouros de bondade e infinita misericórdia que o Redentor oferece gratuitamente a todos. A luz de Cristo não se expande por proselitismo, mas pelo testemunho, pela confissão da fé. Também pelo martírio.”

Deixar-se fascinar e converter por Cristo

E a condição para isso, observou – “é acolher em nós esta luz, acolhê-la cada vez mais”. E advertiu:

Ai de nós se pensarmos que a possuímos, ai de nós se pemsamos que devemos somente “geri-la”! Também nós, como os Magos, somos chamados a deixar-nos sempre fascinar, atrair, guiar, iluminar e converter por Cristo: é o caminho da fé, através da oração e da contemplação das obras de Deus, que nos enche continuamente de alegria e de admiração sempre nova. O fascínio é sempre o primeiro passo para seguir em frente.

Via: Jackson Erpen – Vatican News

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A Solenidade da Epifania do Senhor é celebrada pela Igreja no dia de Reis, em 6 de janeiro. No Brasil, a celebração ocorre no primeiro domingo após o 1º de janeiro, quando é celebrada a Solenidade de Maria Mãe de Deus. Epifania diz respeito à manifestação de Jesus a todos os povos, representados pelos magos do Oriente.


O bispo de Campos (RJ), dom Roberto Francisco Ferrería Paz, ressalta que a Solenidade da Epifania do Senhor realiza a plenitude do mistério do Natal, do Deus Conosco que veio para salvar e reunir a família humana num só povo, derrubando os muros da desigualdade, opressão e da violência. “Os sábios, ou magos, vindos do Oriente, guiados por uma Estrela que ia atraindo-os ao presépio, representam as Nações da humanidade em sua busca do prometido e esperança de uma era de felicidade completa”, escreveu em artigo.


Na celebração da manifestação de Jesus a todos os homens, dom Eurico dos Santos Veloso, arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG), salienta que o Menino Jesus “é uma ‘luz’ que se acende na noite do mundo e atrai a si todos os povos da terra”. Em cumprimento ao projeto libertador que o Pai nos queria oferecer, continua o bispo, “essa ‘luz’ encarnou na nossa história, iluminou os caminhos dos homens, conduziu-os ao encontro da salvação, da vida definitiva”.


Os presentes


Símbolo expressivo do episódio da visita dos magos são os presentes oferecidos ao Menino Jesus. Para dom Eurico, as ofertas “falam muito da contemplação e entendimento que eles tiveram”. O ouro, da realeza de Jesus; o incenso, do Seu sacerdócio, e mirra da Sua missão de Profeta.


Dom Eurico continua pontuando outros aspectos que os presentes apontam da pessoa, vida e obra de Jesus.

“O ouro é o material que simboliza a divindade (no Tabernáculo, o lugar onde a presença de Deus estava, tudo era revestido de ouro) — aquele Menino era Deus manifesto em carne. O incenso nos fala da Sua vida humana, mas perfeita, que viveu sempre de modo que agradou o Pai. E a mirra nos fala de Seus sofrimentos vicários, pelos quais Ele cumpriria aquela grande obra da nossa salvação”.

Dom Roberto Paz observa que “a alegria inusitada e inefável do encontro com o Salvador criança, os levou ao louvor e adoração”. Em seguida, relaciona os significados dos presentes dados ao Menino Deus com a missão dos cristãos na atualidade.

“A partilha dos três presentes: ouro, incenso e mirra, além da doação e reconhecimento, têm um valor simbólico que identifica a missão do recém-nascido: o ouro, realeza; o incenso, divindade e a mirra, o sacrifício da Cruz. Também, hoje, significam para os seguidores de Cristo: a caridade, o ouro; a oração fiel, o incenso e o compromisso de dar a vida, a mirra”.

Via: CNBB

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