Dom Antonio Tourinho Neto presidiu a Solenidade de Corpus Chisti na Catedral Nossa Senhora do Bom Sucesso, nesta quinta-feira (11), em Cruz das Almas. A Missa foi concelebrada pelo Padre Josevaldo Carvalho e contou com a presença de diáconos, Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (MECE) e acólitos. A Celebração Eucarística foi transmitida pela Rádio Excelsior Recôncavo (FM 105,1) e pelas redes sociais da Paróquia.


Durante a homilia, Dom Tourinho explicou que a origem da “Solenidade do Corpo e Sangue do Senhor Jesus Cristo”, atendeu a necessidade da Igreja fazer uma grande manifestação pública da fé na presença real do Cristo na Eucaristia. “Assim o povo cristão católico foi convocado a sair pelas ruas dando testemunho de sua fé incondicional a Jesus, o Cristo, presente no Sacramento do altar em corpo, sangue, alma e divindade”, afirmou o Bispo.


Segundo Dom Tourinho a Eucaristia é o grande Sacramento porque Jesus se revela por inteiro à humanidade. “Não é que Jesus não esteja presente nos outros sacramentos, mas, no Sacramento da Eucaristia, Ele se faz presente de maneira especialíssima como prometeu: estarei convosco até o último dia, não vos preocupeis”.


Após a Comunhão, o Santíssimo Sacramento foi exposto para adoração. Em seguida, Dom Antonio Tourinho conduziu o ostensório até a porta da Catedral, de onde abençoou a cidade de Cruz das Almas e toda à Diocese. Diferente dos anos anteriores, este ano não foi realizada a tradicional procissão que percorre as ruas da cidade.

Fotos: Pascom/Catedral


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"Eis-me aqui, envia-me!". Este é o tema da live que será realizada pela Pastoral Vocacional da Diocese de Cruz das Almas, no próximo domingo (7), ás 10h, com o seminarista Arthur Bastos e o Padre André Soeira, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Sapeaçu, e responsável pelas vocações na Diocese. Para acompanhar, acesse o perfil da Pastoral Vocacional no Instagram: @vocacional.cruz



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Nesta semana, especificamente no dia 7 de junho, é celebrada a liberdade de imprensa, direito dos profissionais da mídia de fazer circular livremente as informações, um pressuposto para a democracia. A data é celebrada em todo o mundo, principalmente por profissionais da área de comunicação, que em meio à pandemia do coronavírus estão sendo alvos sistemáticos de tentativas de desqualificação.


Nos últimos meses, por exemplo, foi constatado no Brasil uma onda de ataques e intimidações direcionadas aos jornalistas. Os recentes insultos provam, muitas vezes, que há uma limitação à liberdade de expressão.


Marcus Tullius, coordenador nacional da Pastoral da Comunicação, Pascom Brasil, considera os últimos acontecimentos não apenas lamentáveis, mas condenáveis. “Em uma sociedade que se diz democrática, a liberdade de expressão e o direito à liberdade de imprensa garante a saúde da democracia e, a partir do momento que os jornalistas são agredidos verbalmente, fisicamente, a gente percebe então as ruínas que começam ou que se mostram no nosso sistema democrático”, afirma.


Atualmente, a Pastoral da Comunicação ocupa um lugar específico na vida eclesial, que lhe permite irradiar as ações próprias do campo da comunicação para a vida pastoral. É constituída de trabalho voluntário, mas conta também com a ajuda de profissionais da comunicação (jornalistas, publicitários). “Nós nos solidarizamos com todos esses profissionais e, claro, a Igreja como uma voz da verdade, porque é a voz do Evangelho, não pode aceitar que os ataques à liberdade da imprensa prejudiquem a sociedade brasileira, principalmente nesse momento tão difícil que a gente está vivendo”, aponta Marcus.




Na terça-feira, dia 02 de junho, a Pastoral da Comunicação realizou, de forma online, uma reunião ampliada para refletir o momento presente e sua contribuição na Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Esta foi a primeira de uma série de reflexões a partir de diversas perspectivas e contou com a participação de bispos referenciais da comunicação nos regionais, coordenadores regionais e assessores eclesiásticos da Pascom.


Padre Tiago Sibula, assessor da Comissão para a Comunicação da CNBB, disse que o contexto do encontro, diante do momento de pandemia, foi para articular e planejar as próximas ações. “A Pastoral da Comunicação se tornou uma Pastoral de frente, de fronteira, de modo que na pandemia ela passou a ter uma visibilidade muito maior e sendo uma Pastoral do serviço e da unidade, nós pensamos em articular essas reuniões”, explicou.


De modo geral, os participantes se juntaram para apresentar suas perspectivas e olhares sobre a ação da Igreja a partir dos meios de comunicação. “Todos entenderam que a Pastoral da Comunicação é importantíssima nesses novos tempos. Entendemos que não podemos mais voltar atrás nos passos dados e nas novas iniciativas alcançadas, o que é necessário agora é que nós possamos entender, a partir dos campos Pastoral, Litúrgico, Social, Antropológico, como nós podemos contribuir com a Igreja”, disse padre Tiago.


O próximo encontro da Pascom está programado para acontecer no dia 09 de junho. “O primeiro foi extramente positivo, as reflexões contribuíram muito e certamente vão nos dar elementos robustos para pensarmos os caminhos dessa Pastoral que se tornou estratégica”, finalizou Marcus Tullius, coordenador nacional da Pascom.


Fonte: CNBB

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