O Papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 13 de janeiro, dom Paulo Romeu Dantas Bastos, atual bispo de Alagoinhas (BA), para a diocese de Jequié (BA). A diocese estava vacante desde 10 de julho de 2019 com a nomeação de dom José Ruy Gonçalves Lopes para o governo pastoral de Caruaru (PE).


Currículo e trajetória eclesial


Dom Paulo Romeu Dantas Bastos nasceu no dia 20 de agosto de 1955 em Nova Soure (BA). Cursou o ensino fundamental em sua cidade natal e o ensino médio em Alagoinhas (BA). Fez curso técnico em Agropecuária na escola agrícola de Catu (BA) e foi nomeado em concurso público na Embrapa de Barreiras, onde anos depois ingressou no seminário.


Cursou Filosofia no Seminário Central da Bahia e Teologia no Seminário de Viamão (RS). Foi ordenado sacerdote aos 18 de maio de 1985, na cidade de Barreiras. Como padre, exerceu os seguintes ministérios: vigário paroquial na paróquia do Sagrado Coração de Jesus em Formosa do Rio Preto (BA) de 1984 a 1985; vigário paroquial de São Sebastião em Barreiras de 1986 a 1987; vigário paroquial de Senhora Santana em Riachão das Neves (BA), de 1987 a 1991; pároco da catedral de São João Batista em Barreiras, desde 1992 até a indicação ao episcopado.


Na diocese de Barreiras também foi coordenador diocesano da Pastoral da Juventude e coordenador diocesano de pastoral, de 1987 a 1996; Diretor espiritual diocesano e do regional Nordeste 3 do encontro de Casais com Cristo (ECC); vigário geral da diocese de Barreiras a partir de 1997 até ser nomeado bispo diocesano de Alagoinhas.

No dia 24 de abril de 2002, o Papa João Paulo II o nomeou como bispo diocesano de Alagoinhas. Sua sagração episcopal foi realizada em Barreiras no dia 27 de julho de 2002 pela imposição das mãos do então bispo dom Ricardo Weberberger. A posse em Alagoinhas aconteceu em 22 de agosto do mesmo ano.



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No dia 6 de fevereiro, o seminarista Adeilson Pugas dará um passo importante em sua caminhada vocacional: receberá o sacramento da ordem, no grau de Diácono Transitório, pela imposição das mãos e Oração Consecratória de Sua Excelência Reverendíssima Dom Antonio Tourinho Neto, Bispo da Diocese de Cruz das Almas. A Solene Celebração Eucarística será realizada às 9h, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, em Cachoeira.


O diaconato é o primeiro grau do sacramento da ordem, dedicado ao serviço ao próximo. Fortalecidos pela graça sacramental, os diáconos servem o povo de Deus na liturgia, na palavra e na caridade, em comunhão com o bispo e o seu presbitério. O passo seguinte é a ordenação sacerdotal.


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O Papa Francisco estabeleceu com um motu proprio que os ministérios do Leitorado e do Acolitado sejam de agora em diante também abertos às mulheres, de forma estável e institucionalizada, com um mandato especial. As mulheres que leem a Palavra de Deus durante as celebrações litúrgicas ou que servem no altar, como ministrantes ou como dispensadoras da Eucaristia, certamente não são uma novidade: em muitas comunidades ao redor do mundo são atualmente uma prática autorizada pelos bispos. Até agora, porém, tudo isso ocorria sem um verdadeiro e próprio mandato institucional, em derrogação ao que foi estabelecido por São Paulo VI, que em 1972, ao abolir as chamadas "ordens menores", decidira manter o acesso a esses ministérios reservado apenas ao sexo masculino porque os considerava preparatórios para o eventual acesso à ordem sagrada. Agora o Papa Francisco, seguindo a rota do discernimento que emergiu nos últimos Sínodos dos Bispos, quis oficializar e institucionalizar esta presença feminina no altar.


Com o motu proprio "Spiritus Domini", que modifica o primeiro parágrafo do cânon 230 do Código de Direito Canônico que é publicado hoje, o Pontífice estabelece, portanto, que as mulheres podem ter acesso a esses ministérios e que a elas sejam atribuídos também através de um ato litúrgico que as institucionalize.

Francisco especifica que desejou aceitar as recomendações que surgiram das várias assembleias sinodais, escrevendo que "nos últimos anos foi alcançado um desenvolvimento doutrinário que destacou que certos ministérios instituídos pela Igreja têm como fundamento a condição comum de batizados e o sacerdócio real recebido no sacramento do batismo". Portanto, o Papa nos convida a reconhecer que estes são ministérios leigos "essencialmente distintos do ministério ordenado que é recebido com o sacramento da Ordem".

A nova formulação do cânon diz: "Os leigos com idade e dons determinados por decreto da Conferência dos Bispos podem ser nomeados em caráter permanente, através do rito litúrgico estabelecido, para os ministérios de leitores e acólitos ". Portanto é abolida a especificação "do sexo masculino" referente aos leigos e presente no texto do Código até a emenda de hoje.

O motu proprio é acompanhado por uma carta dirigida ao Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Luis Ladaria, na qual Francisco explica as razões teológicas de sua escolha. O Papa escreve que "no horizonte de renovação traçado pelo Concílio Vaticano II, há hoje uma urgência cada vez maior em redescobrir a co-responsabilidade de todos os batizados na Igreja, e em particular a missão dos leigos”. E citando o documento final do Sínodo para a Amazônia, observa que "para toda a Igreja, na variedade de situações, é urgente que os ministérios sejam promovidos e conferidos a homens e mulheres.... É a Igreja dos batizados que devemos consolidar, promovendo a ministerialidade e, sobretudo, a consciência da dignidade batismal".

Francisco, em sua carta ao cardeal, depois de recordar com as palavras de São João Paulo II que "com relação aos ministérios ordenados, a Igreja não tem de forma alguma a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres", acrescenta que "para ministérios não ordenados é possível, e hoje parece oportuno, superar esta reserva". O Papa explica que "oferecer aos leigos de ambos os sexos a possibilidade de acesso ao ministério do Acolitado e do Leitorado, em virtude de sua participação no sacerdócio batismal, aumentará o reconhecimento, também através de um ato litúrgico (instituição), da preciosa contribuição que durante muito tempo muitos leigos, inclusive mulheres, oferecem à vida e à missão da Igreja". E conclui que "a escolha de conferir também às mulheres estes cargos, que envolvem estabilidade, reconhecimento público e um mandato do bispo, torna mais eficaz na Igreja a participação de todos na obra de evangelização".

Esta medida é a conclusão de um aprofundamento da reflexão teológica sobre estes ministérios. A teologia pós-conciliar redescobriu, de fato, a relevância do Leitorado e do Acolitado, não somente em relação ao sacerdócio ordenado, mas também e sobretudo em referência ao sacerdócio batismal. Estes ministérios fazem parte da dinâmica de colaboração recíproca que existe entre os dois sacerdócios, e têm destacado cada vez mais seu caráter particularmente "laico", ligado ao exercício do sacerdócio que pertence a todos os batizados como tais.


Via: Vatican News

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