A “Coleta do Bem”, nome oficial da iniciativa que unifica a Coleta da Solidariedade (gesto concreto da Campanha da Fraternidade) com a Coleta da Campanha para a Evangelização, será feita este ano em caráter extraordinário devido à pandemia na Solenidade de Cristo Rei.


Com o tema “É tempo de Cuidar da Evangelização” e lema “Conheceis a generosidade de Cristo” (2 Cor 8,9), a Coleta do Bem também está em sintonia com a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil, uma iniciativa da CNBB e Cáritas Brasileira (conheça aqui).


“Cada cristão é chamado a viver e refletir essa generosidade com amor, fé e co-responsabilidade”, afirma padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo das Campanhas da CNBB, sobre o lema da Coleta do Bem. Ele ainda garantiu que a inspiração do lema veio das últimas catequeses feitas pelo Papa Francisco, que tratam da solidariedade na perspectiva cristã.


A Coleta do Bem, será realizada no fim de semana da solenidade de cristo Rei, dias 21 e 22 de novembro. Durante todo mês a proposta é refletir sobre três realidades: evangelização dos Pobres; Anúncio da Palavra e Vida em plenitude.

“O que inspira esse cuidado é a própria generosidade de Cristo que sendo rico, como diz São Paulo, esvaziou-se de si mesmo e se doou a nós nos ensinando a fazer de nossas vidas uma oferta generosa da presença de Deus que é bondoso, compassivo e carinhoso (Sl 102). Como Igreja cuidamos do Anúncio da Palavra, dos Pobres e da Vida, dom de Deus para ser cultivado e compromisso a ser assumido”, afirma padre Patriky.


Cartaz No dia 15 de setembro, foi lançado o cartaz oficial da Coleta do Bem. A arte traz o título e lema da Campanha e enfatiza por meio de imagens o cuidado com os pobres, com o anúncio da Palavra e com o dom da vida.

A arte do cartaz foi elaborada pela designer Carla Chaves, juntamente com a assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte: a designer e publicitária Miriam Barreto; a publicitária Cynthia Xavier; a designer Fernanda Alves e o estudante de publicidade João Vitor Barros, sob a coordenação da jornalista Ana Maria Rezende Miranda.


“Nesta época de pandemia é tempo de cuidar da Evangelização. De uma evangelização que se faz, que acontece também por meio do cuidado para com a Palavra de Deus e no cuidado litúrgico com as celebrações, mas também no cuidado com os pobres no horizonte da caridade cristã. A Evangelização supõe também recursos financeiros. Por esta razão nossa contribuição chega a diversos irmãos e irmãs que, com a pandemia, estão sofrendo ainda mais.”, afirma padre Patriky.


Faça o download do cartaz:


Versão 1 Versão 2 Versão 3


Destinação dos Recursos


No que tange à destinação dos recursos, padre Patriky explicou que do total arrecado com esta Coleta do Bem, 50% dos recursos serão da Coleta da Solidariedade e os outros 50% da Coleta da Evangelização. Da porcentagem destinada à da Soliedariedade, 60% serão destinados ao Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). “Com esse recurso a CNBB apoia diversos projetos pelo Brasil afora”, aponta padre Patriky.


Já os outros 50% que dizem respeito à Coleta da Evangelização, 45% serão destinados à diocese, 35% para a CNBB e 20% para o regional.


Ainda como novidade, padre Patriky adiantou, com exclusividade, que haverá um processo de “digitalização das Campanhas”. Isto porque um site está sendo preparado, com o objetivo de agregar e modernizar, a forma de recolhimento das contribuições. Em breve, a proposta estará disponível para acesso.


Saiba mais sobre as Campanhas e conheça os projetos apoiados: https://campanhas.cnbb.org.br/.


Oração para a Campanha da Evangelização 2020

Bendito sois, Deus da vida, auxílio dos pobres e vulneráveis, amparo daqueles que esperam em vós. Ajudai-nos a testemunhar a alegria da evangelização, em meio aos desafios do tempo presente. Batizados e enviados para anunciar a Palavra, cuidar da vida e evangelizar os pobres, vivendo em comunidades eclesias missionárias, queremos renovar nossa responsabilidade com a missão da Igreja. Renovai nossa esperança, fortalecei nosso chamado, enviai-nos em missão. Por Jesus Cristo, na força do Espírito Santo. Amém.


Hino É tempo de cuidar

Dom Ricardo Hoepers – Letra e melodia Arranjos e interpretação – Francis da Silva Prates, Ângelo Schenque e Emílio Piva

É tempo de cuidar, Olhar bem ao redor, Mover-se em compaixão.

É tempo de sonhar Um mundo mais humano, Fraterno, mais irmão.

É tempo de ser pão, Doar-se e repartir Com quem não tem mais nada.

Nos passos de Jesus, Ser alento e conforto Na escuridão, ser luz.

A VIDA É TÃO BELA, PRESENTE DE DEUS QUE NA CRUZ MORREU PARA NOS SALVAR.

SAGRADA E TÃO SINGELA, ESCOLHE, POIS A VIDA, É TEMPO DE CUIDAR!

SAGRADA E TÃO SINGELA, ESCOLHE, POIS A VIDA! A QUEM AMA, SEMPRE É TEMPO DE CUIDAR



Fonte: CNBB


Dom Antonio Tourinho e o Padre Josevaldo Carvalho diante da imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, após a Santa Missa

Nesta terça-feira, 15 de setembro, aconteceu o encerramento da Festa de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Padroeira da Diocese de Cruz das Almas. A Missa festiva foi presidida por Dom Antonio Tourinho Neto, na Catedral Diocesana, concelebrada pelo Cura da Catedral, Pe. Josevaldo Carvalho, pelo Vigário Geral, Pe. Antonio Rebouças, e pelo Padre André Soeira. Contou com presença dos diáconos Dicarlos, Hélio, Sidney e Washington, além de seminaristas da Diocese.


Em razão das medidas restritivas provocadas pela pandemia, a assembleia litúrgica foi formada exclusivamente por representantes das pastorais, movimentos, associações e equipe de eventos da Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, além de autoridades municipais. Os demais fiéis acompanharam a transmissão pelas redes sociais e pela Rádio Excelsior Recôncavo.


Na homilia, Dom Antonio Tourinho refletiu sobre a cruz, sinal de salvação da humanidade. “A cruz, sinal do maior entre os suplícios, é para o cristão a árvore da vida, sucesso de Deus! Eis o escândalo de um anúncio que o mundo nunca entendeu e nunca vai entender: A Cruz é sucesso de Deus! O Filho por sua obediência até a morte, e morte de cruz, garantiu o Bom Sucesso projetado por Deus Pai já na eternidade”, disse.


Ao explicar sobre o título de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Dom Antonio Tourinho ressaltou a presença de Nossa Senhora no projeto de salvação da humanidade e, especialmente, sua presença diante da cruz. “Nossa Senhora, que esteve no percurso da sua vida associada em tudo a seu Filho, lá se encontrava, diante da concretização do projeto divino aos pés da cruz e, quando o Filho tinha o peito transpassado pela lança do soldado, a virgem mãe tinha sua alma ferida pela espada da dor. Ela cooperou em tudo com Deus Pai, por isso é venerada como a Mãe do Bom Sucesso, principalmente por nós dessa terra”, afirmou.


O Bispo Diocesano ressaltou ainda a responsabilidade dos fiéis da Diocese em ter como Padroeira Nossa Senhora do Bom Sucesso: “Veja que título nós recebemos, nenhum cristão católico pode ignorar esse título: nós somos o povo do Bom Sucesso. No Estado da Bahia não há outro povo que tenha esse título de Maria como sua Padroeira. Que tenhamos consciência, orgulho desse título. Precisamos ter mais ainda consciência da dimensão da Cruz. Não há Bom Sucesso sem Cruz. E a Cruz de Cristo nos aponta para o Bom Sucesso. Então, é por isso que ela é venerada como Nossa Senhora do Bom Sucesso, pois Jesus Cristo, nossa salvação, é o Bom Sucesso”.


Ao final da homilia, Dom Antonio Tourinho fez uma solicitação às autoridades: “Senhor Prefeito, nossa cidade se chama Cruz das Almas, eu faço um apelo ao senhor, que junto com o Pároco da Catedral, ergamos um belo cruzeiro na praça principal dessa cidade. Que a Cruz seja o sinal dos cruzalmenses, pois a Cruz é o Bom Sucesso da nossa vida”, finalizou.

Após a Celebração Eucarística foi realizada uma carreata pelas ruas de Cruz das Almas. Centenas de fiéis de carros, motos, cavalos e bicicletas acompanharam a imagem da Padroeira e do Senhor do Bonfim, da Paróquia São Pedro do Monte, Muritiba. Durante todo o trajeto, os cruzalmenses manifestaram toda sua fé e amor à Nossa Senhora.

O encerramento da festa aconteceu durante a noite com um Louvor Mariano, animado pelo Diácono Dicarlos Monteiro, Deka dos Teclados e Jefinho Dias, seguido da bênção do Santíssimo Sacramento.


Fotos: Pascom Bom Sucesso








“A coleta em favor da Terra Santa é um pequeno gesto de solidariedade para o qual toda a Igreja é chamada a participar”, afirmou o custódio da Terra Santa, frei Francesco Patton, em vídeo divulgado para informar a data da coleta tradicionalmente realizada na Sexta-feira Santa. Neste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, o Papa Francisco aprovou a realização no próximo domingo, dia 13 de setembro, na véspera da Festa da Exaltação da Santa Cruz.


O frade Francesco Patton explica que a data foi escolhida “porque é o domingo mais próximo da festa da Exaltação da Santa Cruz, que celebramos aqui em Jerusalém com particular solenidade, para recordar até que ponto chegou o amor do Filho de Deus por nós: a ponto de dar a vida na Cruz, pela nossa salvação, para nos reconciliar com o Pai e entre nós, fazer uma nova humanidade fundamentada na solidariedade e no amor”.


ambém foi divulgado pela Custódia da Terra Santa um vídeo com o cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, falando sobre a coleta. Ele explicou sobre a escolha da data próxima à Exaltação da Santa Cruz: “porque nos remetia, obviamente, não à Sexta-Feira Santa – que seria o dia em que se costuma fazer a coleta – mas à cruz de Cristo, à sua exaltação, ao descobrimento das relíquias da cruz de Cristo”.


Lugares Santos e obras de caridade


A coleta é destinada à manutenção e ajuda à Igreja presente na Terra Santa, berço do Cristianismo. No vídeo do frei Patton, são ilustradas as várias formas que a Coleta costuma assumir, uma vez que as ofertas das paróquias e dioceses de todo o mundo chegam à Custódia.

“Graças à generosa contribuição dos cristãos de todo o mundo, conseguimos continuar cuidando e mantendo os lugares santos do cristianismo, como o Santo Sepulcro, a Basílica da Natividade, até os santuários menos notados; podemos sustentar a ação pastoral das paróquias a nós confiadas; podemos garantir instrução e educação de qualidade a mais de 10 mil estudantes que frequentam as nossas escolas; podemos ajudar as jovens famílias a encontrar um lar; podemos amparar os trabalhadores migrantes cristãos, fazendo-os sentir-se acolhidos mesmo que longe da própria pátria; podemos nos colocar ao lado das pessoas atingidas pela guerra na Síria e ao lado dos refugiados ainda espalhados nos mais diversos países em que nos encontramos vivendo a nossa missão“, enumera o custódio da Terra Santa.

A Custódia da Terra Santa está confiada à Ordem dos Frades Menores há 800 anos, fato destacado pelo cardeal Sandri, que convidou a um gesto de gratidão: “Os franciscanos da Custódia da Terra Santa são aqueles que cuidam dos lugares onde Jesus pôs os seus pés e as suas mãos. Todos devemos agradecê-los porque eles não estão apenas ali, mas são missionários para com todos nós que chegamos aos Lugares Santos e recebemos a acolhida dos franciscanos, deles recebemos a palavra que explica o mistério de Jesus no lugar concreto onde Ele viveu, onde Ele esteve”.


Solidariedade


Diante do desafio da pandemia e das consequências que surgem agora e no horizonte, a solidariedade apresenta-se como caminho.

“Não sairemos deste terrível flagelo a não ser com a solidariedade. Por isso é importante a generosidade dos pobres, dos humildes, dos ricos … de todos, que dão o que podem pela sobrevivência dos Lugares Santos de Jesus e, portanto, pela presença viva de Jesus que todos podem experimentar com a peregrinação física na Terra Santa que hoje, devido a estas circunstâncias, se transforma em peregrinação da oração, do espírito, da invocação e da generosidade para contribuir com a manutenção de todos os Lugares Santos e de todas as necessidades dos nossos confrades na terra de Jesus“, afirmou o cardeal Leonardo Sandri.
LOCALIZAÇÃO

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