Durante reunião do Conselho Presbiteral realizada na quarta-feira (12), foi definida a data da Ordenação Sacerdotal do diácono transitório Adeilson dos Santos Pugas. O rito ocorrerá no dia 31 de julho, às 9h, na Catedral de Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Cruz das Almas, pela imposição das mãos e Oração Consecratória de Dom Antonio Tourinho Neto, Bispo Diocesano.


Ordenado diácono transitório em 6 de fevereiro deste ano, Adeilson será o segundo presbítero ordenado na Diocese de Cruz das Almas. O Diácono recebeu com alegria o anuncio da ordenação. “Para o louvor e glória da Santíssima Trindade e pela materna intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, acolhi com grande alegria a notícia que serei ordenado sacerdote da Igreja de Deus. Suplico-vos que rezem por meu ministério para que possa ser uma oferta agradável ao coração de Deus”, disse.

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Neste sábado, 15 de maio, celebrando o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Pastoral da Comunicação (PASCOM) vai promover o Mutirão Diocesano de Comunicação - MUTICOM. O evento será transmitido pelo canal da Diocese no YouTube, às 16h, e contará com uma oficina sobre o software OBS Studio, utilizado para transmissões on-line e ao vivo da Santa Missa e de outras atividades da Igreja.


O encontro faz parte da Semana da Comunicação, promovida pela Pascom Brasil, Signis Brasil, Rede Católica de Rádio, com o apoio do Sepac Paulinas, que segue até o dia 16 de maio, Solenidade da Ascensão do Senhor. Para conferir a programação completa, clique aqui.


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Foi publicado nesta terça-feira (11) o Motu proprio "Antiquum ministerium" com o qual o Papa Francisco institui o ministério de catequista: uma necessidade urgente para a evangelização no mundo contemporâneo, a ser realizada sob forma secular, sem cair na clericalização.





"Fidelidade ao passado e responsabilidade pelo presente" são "as condições indispensáveis para que a Igreja possa desempenhar a sua missão no mundo": assim escreve o Papa Francisco no Motu proprio "Antiquum ministerium" - assinado ontem, 10 de maio, memória litúrgica de São João de Ávila, presbítero e doutor da Igreja - com o qual institui o ministério de catequista. No contexto da evangelização no mundo contemporâneo e diante da "imposição de uma cultura globalizada", de fato, "é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude de seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese". Além disso o Pontífice enfatiza a importância de "um encontro autêntico com as gerações mais jovens", como também "a necessidade de metodologias e instrumentos criativos que tornem o anúncio do Evangelho coerente com a transformação missionária da Igreja".

Um novo ministério, mas com origens antigas O novo ministério tem origens muito antigas que remontam ao Novo Testamento: de forma germinal, é mencionado, por exemplo, no Evangelho de Lucas e nas Cartas de São Paulo Apóstolo aos Coríntios e aos Gálatas. Mas "toda a história da evangelização nestes dois milênios", escreve o Papa, "manifesta com grande evidência como foi eficaz a missão dos catequistas", que asseguraram que "a fé fosse um válido sustentáculo para a existência pessoal de cada ser humano", chegando ao ponto de "até dar a sua vida" para este fim. Por isso desde o Concílio Vaticano II tem havido uma crescente consciência de que "a tarefa do catequista é da maior importância", bem como necessária para o "desenvolvimento da comunidade cristã". Ainda hoje, continua o Motu Proprio, "muitos catequistas competentes e perseverantes" realizam "uma missão insubstituível na transmissão e no aprofundamento da fé", enquanto uma "longa série" de beatos, santos e mártires catequistas "marcaram a missão da Igreja", constituindo "uma fonte fecunda para toda a história da espiritualidade cristã". Transformar a sociedade através dos valores cristãos

Sem diminuir em nada a "missão própria do bispo, o primeiro catequista na sua diocese", nem a "responsabilidade peculiar dos pais" quanto à formação cristã de seus filhos, portanto, o Papa exorta a valorizar os leigos que colaboram no serviço da catequese, indo ao encontro "dos muitos que esperam conhecer a beleza, a bondade e a verdade da fé cristã". É tarefa dos Pastores - destaca ainda Francisco - reconhecer "ministérios laicais capazes de contribuir para a transformação da sociedade através da penetração dos valores cristãos no mundo social, político e econômico".

Evitar formas de clericalização

Testemunha da fé, mestre, mistagogo, acompanhante e pedagogo, o catequista - explica o Pontífice - é chamado a exprimir a sua competência no serviço pastoral da transmissão da fé desde o primeiro anúncio até a preparação para os sacramentos da iniciação cristã, incluindo a formação permanente. Mas tudo isso só é possível "através da oração, do estudo e da participação direta na vida da comunidade", para que a identidade do catequista se desenvolva com "coerência e responsabilidade". Receber o ministério laical de catequista, de fato, "imprime uma acentuação maior ao empenho missionário típico de cada batizado". E deve ser desempenhado - recomenda Francisco - "de forma plenamente secular, sem cair em qualquer tentativa de clericalização".

Congregação para o Culto Divino publicará Rito de Instituição


O ministério laical de catequista também tem "um forte valor vocacional" porque "é um serviço estável prestado à Igreja local" que requer "o devido discernimento por parte do bispo" e um Rito de Instituição especial que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicará em breve. Ao mesmo tempo - assinala o Pontífice - os catequistas devem ser homens e mulheres "de fé profunda e maturidade humana"; devem participar ativamente da vida da comunidade cristã; devem ser capazes de "acolhimento, generosidade e uma vida de comunhão fraterna"; devem ser formados do ponto de vista bíblico, teológico, pastoral e pedagógico; devem ter amadurecido a prévia experiência da catequese; devem colaborar fielmente com os presbíteros e diáconos e "ser animados por um verdadeiro entusiasmo apostólico".

O convite do Papa para as Conferências Episcopais


Por fim, o Papa convida as Conferências Episcopais a "tornarem realidade o ministério de catequista", estabelecendo o iter formativo necessário e os critérios normativos para o acesso ao mesmo, encontrando as formas mais coerentes para o serviço e em conformidade com o Motu proprio que poderá também ser recebido, "com base no próprio direito particular", pelas Igrejas Orientais.



Via: Isabella Piro – Vatican News

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