Daniela da Conceição de Santana, 28 anos, é oriunda da Paróquia São João Batista, em Cabaceiras do Paraguaçu. A jovem, que ingressou no noviciado das Irmãs Franciscanas Imaculatinas, testemunhou sobre a sua história de vida, seu encontro pessoal com Jesus e o seu chamado à vida religiosa consagrada.


O testemunho de Daniela está disponível no site da Obra das Vocações Sacerdotais (OVS). Acesse aqui e confira!

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  • Pascom Diocesana

Nesta quinta-feira, 13, comemora-se o Dia Litúrgico da Santa Dulce dos Pobres, um ano após a canonização de Irmã Dulce. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a programação festiva conta com diversos eventos que vão acontecer de forma online, tanto no YouTube quanto no Instagram das Obras Sociais Irmãs Dulce (Osid).



De acordo com a superintendente da instituição, Maria Rita Lopes Pontes, em entrevista na manhã desta quarta-feira, 12, para o 'Isso é Bahia', na rádio A TARDE FM, está sendo uma surpresa o número de pessoas acompanhando os eventos, que ocorrem desde o dia 1º, principalmente por Santa Dulce ter um público mais idoso.


"Nosso público são pessoas idosas que não são acostumadas a usar internet e redes sociais, mas é impressionante a adesão dessas pessoas", comentou Maria Rita.


A superintendente das Obras também comentou sobre a expectativa que se teve desde a canonização de Irmã Dulce sobre a primeira festa dela, que deveria ser presencial. "Acho que Deus sabe das coisas e a gente está aprendendo a lidar com essas dificuldades e encontrando outros meios", disse.


Além da Bahia, um grande número de devotos de outros estados, também está impressionando. Segundo Maria Rita, devotos de Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Ceará estão com adesão muito grande.


Santuário de Santa Dulce

Com a primeira fase de reabertura econômica em Salvador, que permitiu, também, o funcionamento de templos religiosos, o Santuário de Santa Dulce e a Capela das Relíquias voltou a funcionar.


Devotos podem visitar e fazer orações no Santuário, além de passar pela Capela das Relíquias para fazer uma visita ao túmulo de Santa Dulce.


Contudo, conforme Maria Rita, para evitar aglomerações as missas no Santuário só vão ocorrer a partir da sexta-feira, 14, após as celebrações religiosas. Só serão permitidos grupos de 50 pessoas para participar presencialmente das missas.


Expectativa para 2021

Para a superintendente da Osid, existe uma expectativa muito grande para os festejos de agosto de 2021, que poderão ser realizados presencialmente. "Esse gostinho de estar presente, de abraçar, de estar no local vai ser muito esperado para 2021", pontuou.


Maria Rita também acredita que, mesmo acontecendo de forma virtual, os festejos deste ano são considerados satisfatórios e conseguiram preencher as lacunas.


"Porém, nada é como estar presente no local, participando desta acolhida que é tão especial. É diferente, eu acredito que em 2021 a gente tenha um grande número de devotos presenciais. Até porque o Caminho da Fé, que liga o Santuário de Santa Dulce ao Santuário do Bonfim, muitos só conheceram este ano por meio virtual e deve atrair muita gente do turismo religioso e dos devotos", completou.


Vacina contra Covid-19

Nesta quarta também começam os testes da vacina desenvolvida pela BioNTech e Pfizer contra a Covid-19 na Osid. A expectativa é que a partir da semana que vem o local esteja com um número maior de 200 pessoas/dia fazendo testagem da vacina.


O estudo prevê a inclusão de cerca de 29 mil voluntários, sendo 1.000 deles no Brasil, distribuídos nos estados de São Paulo, no Centro Paulista de Investigação Clínica (Cepic); e na Bahia, nas Obras Sociais.


O ensaio clínico – que é o estudo de um novo medicamento realizado em seres humanos - aprovado vai avaliar a segurança, a tolerabilidade, a imunogenicidade e a eficácia das vacinas contra Covid-19 em adultos.


O levantamento é composto por três estágios e o Brasil participará do estágio 3, que é o último estudo antes do licenciamento da vacina. Na Osid, o recrutamento para o estudo será principalmente entre os profissionais de saúde, sendo recrutados homens e mulheres de 18 a 85 anos.


Impacto da Covid nas Obras

Conforme Maria Rita, a pandemia da Covid-19 também teve um impacto muito grande nas Obras Sociais Irmãs Dulce. "Foi bastante difícil este período porque, nós que atendemos 2 mil pessoas por dia de repente as portas estarem praticamente fechadas para assistência à saúde. O único setor das Obras que não parou foi a oncologia, que continuou atendendo seus pacientes com câncer", disse.


As Obras também estão retornando gradualmente com as atividades, inclusive na parte ambulatorial. "Estamos começando a fazer os atendimento com o distanciamento necessário, com todos os cuidados e atendendo um menor número de pessoas. Gradualmente estamos retomando as atividades e acredito que logo a gente possa voltar aos números pré-pandemias, que é um número muito grande de atendimentos e cirurgias", acrescentou a superintendente do espaço.


Situação financeira

Segundo Maria Rita, a situação financeira das Osid continua complicada, mesmo após a visibilidade após a canonização de Irmã Dulce. A gestora explica que o SUS tem um problema do subfinanciamento e que receita e despesas não batem. Neste momento, o déficit das Obras chega a R$ 1 milhão.


"As doações não conseguem cobrir toda essa diferença. O que entra do SUS é para pagar as despesas do SUS e que representa boa parte da nossa fonte de receita", explicou.


"A canonização aumentou nossa visibilidade, inclusive internacionalmente, mas os desafios continuam grande", salientou Maria Rita.



Programação 9h - Missa solene, presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha 10h30 - Santa Dulce mudou minha vida 14h30 - Bate papo sobre espiritualidade 14h45 - Quadros infantis 14h50 - Cartas de Santa Dulce dos Pobres 14h53 - Passos de Santa Dulce dos Pobres 14h58 - Eu vou pelo caminho da fé 15h00 - Terço de Santa Dulce dos Pobres, com Bênção do Santíssimo 18h00 - Memorial na sua casa 18h03 - Sementes de Amor 18h05 - Eu vivi a Canonização 18h07 - Romaria virtual 18h12 - Eu vou pelo caminho da fé 18h16 - Santa Dulce mudou minha vida 18h20 - Cartas de Santa Dulce 18h25 - Novena Por: atarde.uol.com.br

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“Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Este foi o tema escolhido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para animar a Semana Nacional da Família 2020. O texto é do capítulo 24 do livro de Josué, no versículo 15. A reflexão proposta revela a necessidade de que as famílias façam escolhas convictas e que a Igreja ajude no processo de conhecimento a partir da luz do Evangelho.


A iluminação bíblica tem todo um contexto que precisa ser entendido para perceber também como Josué chega no final do versículo falando que ele e a sua casa servirão ao Senhor, explica o assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, padre Crispim Guimarães.


“Primeiro, é um texto do Antigo Testamento que devemos observar que começa fazendo uma referência ao povo que tem dificuldade de escolher o Deus verdadeiro porque sente saudade do tempo em que estava no Egito, fora da terra prometida, ou misturados com outras pessoas que vieram para a terra prometida e tinham outros deuses”, contextualiza.


O versículo começa com Josué dizendo: “Contudo, se vos desagrada servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir”. Josué percebe que há uma confusão no meio do povo, querendo servir a outros deuses, observa padre Crispim: “Diante disso, ele afirma que ele, pessoalmente, portanto “Eu e minha casa”, a sua família, faz a opção de servir ao Senhor. Isto é muito interessante num tempo para nós hoje em que também muitos deuses se apresentam, sobretudo os deuses dinheiro, poder e tantas outras coisas que se apresentam como deuses em que coloca o povo diante de muitas confusões”.


Escolhas convictas


O assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB ressalta que é “essencial que as famílias hoje façam essas escolhas convictas” e que “a Igreja ajude nesse processo de conhecimento, nesse processo de descoberta”. “É por isso que a Igreja acompanha essas pessoas, dá aquilo que tem, isto é, a luz do Evangelho, para que essas pessoas possam fazer escolhas coerentes”, diz.

A Igreja é família, também a denominamos Mãe e Mestra, por isso, oferece os conteúdos da fé por meio da sua Doutrina, colaborando para que cada ser humano possa – no processo de discernimento – fazer escolhas maduras. A Palavra de Deus nos apresenta um modo concreto de vida, seja na relação de cada pessoa consigo mesma, nas relações interpessoais, assim como, nas relações com a natureza. “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”, por exemplo, apresenta concretamente uma família que diante da percepção da existência, segundo o Deus da vida e de outros deuses, muitos deles comprometidos com a morte e a dominação, faz a opção coerente por agir servindo a Deus, e obviamente, servido aos irmãos. Hoje, à luz do Evangelho, as famílias são chamadas novamente a optar por servir a Deus, através do serviço aos irmãos”, reflete padre Crispim.

Escolha renovada nos Evangelhos


Também no Novo Testamento, a Palavra de Deus também apresenta a exigência de escolhas por parte do povo de Deus. Jesus exorta em Mateus 6,: ‘Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro!’.


“São textos que nos ajudam a perceber que a gente, como pessoa, individualmente falando, e como família, comunidade (comunidade primeira da casa, depois a própria comunidade mais extensa, a Igreja que também é família) nós precisamos fazer essa escolha diante dos deuses pagãos e diante do Deus da Vida, que é aquele que não se serve das pessoas, mas que está sempre à disposição para servir os seus filhos, que somos todos nós”, aprofunda padre Crispim.


Segundo o assessor, o aprendizado com esta reflexão é que o serviço “é uma forma bonita de a gente viver a nossa vocação, o nosso estar a serviço de Deus significa também estar a serviço da comunidade, dos irmãos e irmãs”.


Via: CNBB

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