• Pascom Diocesana

Nesta quarta-feira, 25 de novembro, o Terço da Esperança e da Solidariedade será rezado diretamente da Matriz Santuário do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO). O Terço foi produzido pela TV Pai Eterno e será transmitido, às 15h30, pelas emissoras de TV e rádio de inspiração católica do país e retransmitido simultaneamente pelas redes sociais da CNBB, Facebook, YouTube e Twitter.



A oração do Terço desta quarta-feira será conduzida pelo padre Marco Aurélio Martins da Silva, reitor do Santuário Basílica de N. Sra. do Perpétuo Socorro, em Goiânia (GO).


Em comunhão com a CNBB a Rádio Excelsior Recôncavo, emissora da Diocese de Cruz das Almas, transmite toda quarta-feira esse momento de oração.



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Neste domingo (15), a data instituída pelo próprio Pontífice foi celebrada na Basílica de São Pedro ao lembrar também dos milhões de novos pobres que surgiram com o pandemia. Francisco insistiu para sermos servos fiéis a Deus, estendendo a mão aos pobres que encontramos diariamente: “peçamos a graça de ver Jesus nos pobres”, “a graça de sermos cristãos não em palavras, mas em obras”.



Andressa Collet – Vatican News


O Dia Mundial dos Pobres deste ano está sendo vivido em contextos desafiadores sobretudo porque a pandemia, segundo dados do Banco Mundial, já fez mais de 100 milhões de novos pobres. No Vaticano, neste domingo (15), o tradicional almoço comunitário com o Papa foi cancelado, mas Francisco presidiu uma missa especial pela data na Basílica de São Pedro, respeitando as medidas sanitárias para prevenir a Covid-19. Cem pessoas carentes participaram da celebração ao representar os pobres do mundo inteiro.


A parábola dos talentos


Na homilia, ao comentar a parábola dos talentos (Mt 25, 14-30) do Evangelho do dia, o Pontífice refletiu sobre o início, o centro e o fim da vida. O início, quando o patrão confiou os talentos, ou seja, as riquezas monetárias aos servos, também Deus o fez conosco:


“Somos portadores de uma grande riqueza que não depende da quantidade de coisas que temos, mas daquilo que somos: a vida recebida, o bem que há em nós, a beleza intangível com que Deus nos dotou. Feitos à imagem d’Ele, cada um de nós é precioso a seus olhos, é único e insubstituível na história!” Segundo o Evangelho, recordou o Papa, “não há fidelidade sem risco”: “é triste quando um cristão se coloca à defesa, prendendo-se apenas à observância das regras e ao respeito dos mandamentos. Isso não basta!”, disse Francisco, pois são cristãos que sempre têm medo do risco, são “mumificados”. O servo preguiçoso da parábola, por exemplo, escondido atrás de um medo inútil, foi classificado de mau:


“E, contudo, não fez nada de mal… É verdade! Mas, de bom, também não fez nada. Preferiu pecar por omissão do que correr o risco de errar. Não foi fiel a Deus, que gosta de Se dar; e fez-Lhe a ofensa pior: devolver-Lhe o dom recebido. Ao contrário, o Senhor convida a envolver-nos generosamente e a vencer o temor com a coragem do amor, a superar a passividade que se torna cumplicidade. Nestes tempos de incerteza e fragilidade que correm, não desperdicemos a vida pensando só em nós mesmos, com aquela postura da indiferença.”


A fidelidade a Deus é servir aos pobres, que estão ao centro do Evangelho, que nos enriquecem no amor, salientou o Papa, sobretudo se pensamos a quem devemos servir durante o Natal:


A maior pobreza que devemos combater é a nossa pobreza de amor. O livro dos Provérbios elogia uma mulher diligente e caritativa, cujo valor é superior ao das pérolas: devemos imitar esta mulher que, como diz o texto, ‘abre a mão ao indigente’ (Prv 31, 20). Em vez de exigir o que te falta, estende a mão a quem passa necessidade: assim multiplicarás os talentos que recebeste.”


A graça de ver Jesus nos pobres


Ao final da parábola ou no fim da vida e “do espetáculo”, como disse o Papa citando São João Crisóstomo, será retirada “a máscara da riqueza e da pobreza”, será desvendada a realidade do poder e do dinheiro ou das obras do amor e da doação. “Se não queremos viver pobremente, peçamos a graça de ver Jesus nos pobres, servi-Lo nos pobres”, comentou Francisco, que finalizou a homilia trazendo o exemplo de servos fiéis de Deus que não se falam, como no Padre Roberto Malgesini, assassinado em 15 de setembro deste ano por um dos pobres que servia:


“Este padre não fazia teorias; simplesmente, via Jesus no pobre; e o sentido da vida, em servir. Enxugava lágrimas com mansidão, em nome de Deus que consola. O início do seu dia era a oração, para acolher o dom de Deus; o centro do dia, a caridade para fazer frutificar o amor recebido; o final, um claro testemunho do Evangelho. Esse homem compreendera que devia estender a sua mão aos inúmeros pobres que encontrava diariamente, porque em cada um deles via Jesus. Irmãos e irmãs, peçamos a graça de ser cristãos não em palavras, mas em obras... para dar fruto, como Jesus deseja.”


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O Papa Francisco nomeou, na manhã desta quarta-feira, 11 de novembro, o padre Robert Jósef Chrzaszcz como bispo auxiliar na arquidiocese de Cracóvia, na Polônia. Natural daquela diocese, ele foi incardinado na arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ) desde 14 de outubro de 2005, data em que chegou no Brasil como sacerdote Fidei Donum. Confira abaixo a biografia e a íntegra da saudação.


Até então, o presbítero estava exercendo as funções de pároco na paróquia São Pedro do Mar, no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro (RJ), e de vigário episcopal, desde março de 2014, do Vicariato Jacarepaguá, da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Também coordenava, desde 2013, a Comissão Arquidiocesana dos Coroinhas e Acólitos e desempenhou a função de assistente espiritual dos coroinhas e acólitos do mesmo vicariato desde 2007.


Trajetória e formação


Padre Robert nasceu, em 7 de outubro de 1969, em Wadowice, na Polônia, mesma cidade de nascimento de São João Paulo II. De 1985 a 1998, cursou o Liceu de Formação Geral, no seminário menor eclesiástico da Ordem dos Frades Menores, em Kalwaria Zebrzydowska. Cursou o seminário maior da arquidiocese de Cracóvia, de 1988 a 1994, período no qual também desenvolveu e concluiu o seu mestrado em Teologia, pela Faculdade de Teologia, na Academia Pontifical de Teologia da Cracóvia.


Na Polônia, foi presbítero e catequista na paróquia do Espírito Santo, no bairro, Ruczaj, em Cracóvia, até agosto de 1999. Também exerceu as mesmas funções, até agosto de 2005, na paróquia Nossa Senhora do Rosário, no bairro Piaski Nove.


Missão no Brasil


Padre Robert chegou ao Brasil em 14 de outubro de 2005 para atuar na arquidiocese de São Sebastião em Rio de Janeiro como sacerdote Fidei Donum cedido pela Igreja da Cracóvia. O termo “Fidei Donum”, criado pelo Papa Pio XII, designa um padre missionário que dioceses compartilham com outras Igrejas.


No Rio, ele atuou como administrador paroquial e pároco, de abril de 2006 a dezembro de 2019, na paróquia Santa Luzia, no bairro Gardênia Azul. Também exerceu a função de vigário forâneo da segunda forania do Vicariato Episcopal Jacarepaguá, de abril de 2009 a março de 2014.


Até então, o presbítero estava exercendo as funções de pároco na paróquia São Pedro do Mar, no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro (RJ), e de vigário episcopal, desde março de 2014, do Vicariato Jacarepaguá. Também coordenava, desde 2013, a Comissão Arquidiocesana dos Coroinhas e Acólitos e desempenhou a função de assistente espiritual dos coroinhas e acólitos do mesmo vicariato desde 2007.


Fonte: CNBB

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